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TSE

21 posts
  • Política

Pela segunda vez, candidatos negros superam os brancos em eleição

byAgência Brasil
agosto 21, 2024
Antônio Augusto/STF Antônio Augusto/STF
  • Política

Pela segunda vez, candidatos negros superam os brancos em eleição

byAgência Brasil
agosto 20, 2024
Fábio Pozzebom/Agência Brasil Fábio Pozzebom/Agência Brasil
  • Política

Eleições municipais deste ano terão número menor de candidatos

byAgência Brasil
agosto 16, 2024
  • Justiça

Cármen Lúcia defende Moraes e rebate crítica sobre acúmulo de cargos com TSE

byAgência Brasil
agosto 15, 2024
  • Política

Parlamentares de oposição querem impeachment de Alexandre de Moraes

byAgência Brasil
agosto 14, 2024
Congresso Nacional Congresso Nacional
  • Geral

CCJ do Senado aprova PEC que pode reduzir verba para candidatos negros

byAgência Brasil
agosto 14, 2024
  • Justiça

Mendes: comparar conduta de Moraes à Lava Jato é irresponsabilidade

byAgência Brasil
agosto 14, 2024
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reafirmou nesta quarta-feira (14) a legalidade da requisição de informações durante o período em que presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nessa terça-feira (13), o jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem na qual acusa Moraes de usar "formas não oficiais" para determinar a produção de informações para investigar aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro durante as eleições de 2022, período em que o ministro foi presidente do TSE. Durante a sessão de hoje do STF, Alexandre de Moraes disse que todos os procedimentos estavam relacionados à reiteração de atos ilícitos de investigados pela Corte nos inquéritos sobre a atuação de milícias digitais e disseminação de fake news. "Nenhuma das matérias preocupa o meu gabinete, me preocupa ou a lisura de nenhum dos procedimentos", declarou. O ministro também justificou que as requisições das informações dos perfis dos acusados nas redes sociais eram necessárias para preservar as provas. Moraes citou que as postagens incentivaram golpe de Estado, atos contra a democracia e ameaças contra membros da Corte. "Não há nada a esconder. Todos os documentos oficiais juntados, a investigação correndo pela Polícia Federal. Todos eram investigados previamente, e a procuradoria [estava] acompanhando", completou. Durante a sessão, Moraes também recebeu o apoio dos ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. Barroso classificou a situação de "tempestade fictícia" e disse que os dados solicitados por Alexandre de Moraes eram públicos, estavam nas redes socais e se referiam a pessoas que são investigadas pela Corte. Antonio Augusto/STF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reafirmou nesta quarta-feira (14) a legalidade da requisição de informações durante o período em que presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nessa terça-feira (13), o jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem na qual acusa Moraes de usar "formas não oficiais" para determinar a produção de informações para investigar aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro durante as eleições de 2022, período em que o ministro foi presidente do TSE. Durante a sessão de hoje do STF, Alexandre de Moraes disse que todos os procedimentos estavam relacionados à reiteração de atos ilícitos de investigados pela Corte nos inquéritos sobre a atuação de milícias digitais e disseminação de fake news. "Nenhuma das matérias preocupa o meu gabinete, me preocupa ou a lisura de nenhum dos procedimentos", declarou. O ministro também justificou que as requisições das informações dos perfis dos acusados nas redes sociais eram necessárias para preservar as provas. Moraes citou que as postagens incentivaram golpe de Estado, atos contra a democracia e ameaças contra membros da Corte. "Não há nada a esconder. Todos os documentos oficiais juntados, a investigação correndo pela Polícia Federal. Todos eram investigados previamente, e a procuradoria [estava] acompanhando", completou. Durante a sessão, Moraes também recebeu o apoio dos ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. Barroso classificou a situação de "tempestade fictícia" e disse que os dados solicitados por Alexandre de Moraes eram públicos, estavam nas redes socais e se referiam a pessoas que são investigadas pela Corte. Antonio Augusto/STF
  • Justiça

Alexandre de Moraes reafirma legalidade de atos no TSE

byAgência Brasil
agosto 14, 2024
  • Justiça

Dino diz que Moraes pediu legalmente relatórios ao TSE

byAgência Brasil
agosto 14, 2024
  • Justiça

STF rejeita recursos de Flávio Bolsonaro e Zambelli contra multa aplicada pelo TSE

byRedação BandNews
agosto 6, 2024
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