A Prefeitura de São Paulo finalizou, nesta segunda-feira (25), um estudo urbanístico sobre o projeto de VLT para o centro da cidade. O termo já conhecido pelos paulistanos significa “veículo Leve sobre trilhos”, e sua adoção pode beneficiar até 134 mil passageiros diários que transitam pela região.
Batizado como Bonde São Paulo, o transporte tem custo estimado em R$ 4 bilhões e seu projeto segue para ser avaliado em audiências públicas. A expectativa da prefeitura é licitar no primeiro trimestre de 2026 uma parceria público-privada para a implantação e gestão do transporte público. Já as obras tem previsão de três anos de duração, com a primeira parte devendo ser entregue em 2029.
Algumas das principais vantagens dessa implementação seria sua eficiência e baixo impacto em emissões de gases de efeito estufa, já que opera com eletricidade. Além disso, o VLT também terá um impacto econômico na região, já que o sistema tende a valorizar imóveis perto da rota, atrair novos investimentos e melhorar o comércio local. Isso se torna ainda mais relevante ao considerar que o projeto passa por regiões com baixa ocupação, como a Luz.
Cidades na Europa servem como modelo para o projeto da capital paulista. Sevilha e Bilbao, na Espanha, e Bordeaux, na França, apresentam sistemas semelhantes que contribuíram para o aumento da ocupação e desenvolvimento econômico local. Além de terem contribuído, também, para o impulsionamento do turismo.