Paulo Gonet limita pagamento de “penduricalhos” no Ministério Público após decisão do STF

Manifestação foi manifestação enviada pelo Conselho Nacional do Ministério Público ao ministro Gilmar Mendes
Foto: Antonio Augusto/STF

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou aos demais ramos do Ministério Público uma recomendação para que o pagamento de penduricalhos retroativos respeite o teto remuneratório constitucional de R$ 46 mil reais.

Penduricalhos são benefícios, que, somados ao salário, ultrapassam o teto constitucional. A informação está em uma manifestação enviada nesta segunda-feira (2) pelo Conselho Nacional do Ministério Público ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Na última sexta-feira, Mendes reafirmou sua decisão que proibiu o pagamento de penduricalhos a membros Ministério Público e dos Tribunais de Justiça. Na semana passada, o Supremo adiou para 25 de março a votação definitiva das decisões de Gilmar Mendes e de Flávio Dino que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes.

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