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Nesta segunda-feira (6), o governo federal anunciou um conjunto de medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis impulsionada pelo aumento do preço do petróleo em meio ao cenário de guerra no Oriente Médio.
Entre as ações adotadas, está a concessão de subsídios para o diesel importado, além do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e do querosene de aviação, buscando reduzir o impacto desses custos para consumidores e setores estratégicos.
No caso do diesel, a proposta prevê um desconto total de R$ 1,20 real por litro, sendo metade custeada pelo governo federal e a outra metade pelos estados.
A principal intenção é proteger a atividade econômica, especialmente ao agronegócio, diante da pressão nos processos provocada pelo conflito entre os EUA e Irã.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo atuou sobre o setor de transporte, reforçando a política de frete mínimo. A medida, articulada em conjunto com os estados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), buscou ampliar a fiscalização para garantir o cumprimento da legislação por empresas que não respeitavam o valor mínimo pago aos caminhoneiros.
O ministro destacou ainda o reforço na fiscalização de preços, com atuação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), dos Procons, além do apoio da Receita Federal e da Polícia Federal. De acordo com ele, já há registros de ações pelo país para coibir abusos nos reajustes.