O Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos propôs sobretaxar 60 países, incluindo o Brasil, devido à falha no combate ao trabalho forçado. O anúncio foi feito um dia após o governo do presidente americano, Donald Trump, ameaçar aplicar uma nova tarifa de 25% ao Brasil por prática desleal no comércio entre os dois países.
No caso do Brasil, a sobretaxa seria de 12,5% por considerar que o país não apresenta regime eficaz de controle à mão de obra forçada. As tarifas adicionais propostas no novo documento podem variar de 10% a 12,5% sobre todos os produtos provenientes desses países, incluindo China, Índia, Japão e, inclusive, o Reino Unido.
O escritório aponta falhas na fiscalização desses países para proibir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, destacando que a prática restringe o comércio dos Estados Unidos ao criar uma concorrência desleal para as empresas americanas. A medida ainda passará por um período de consulta pública antes de ser implementada.


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